18/07/2015

Delatado

Investigado pela Operação Lava Jato, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha(PMDB-RJ), desafiou nesta quinta-feira (16), por meio de nota, o ex-consultor da Toyo Setal Júlio Camargo – um dos delatores do esquema de corrupção que atuava na Petrobras – a provar que ele pediu propina de US$ 5 milhões. 
Delator

Segundo Cunha, o delator está sendo obrigado a mentir. Em depoimento à Justiça Federal do Paraná nesta quinta, Camargo afirmou que foi pressionado por Cunha a pagar US$ 10 milhões em propinas para que um contrato de navios-sonda da Petrobras fosse viabilizado. Do total do suborno, contou o delator, Cunha disse que era "merecedor" de US$ 5 milhões. (G1)

Medo 

O auditor da Controladoria Geral do Município (CGM), de Porto Velho, Júlio César Brito de Lima, foi o único que pediu para dar explicações, mesmo sem ter sido citado pela comissão que investiga shows na capital. 

Preocupado com o desdobramento da investigação, ele pediu para depor, assumiu ter cometido erro ao "permitir" o pagamento do show do cantor Alceu Valença e disse que o presidente da Funcultural, Marcos Nobre, que depôs antes dele, não é santo. O auditor disse aos vereadores que assinou uma recomendação junto com uma colega de trabalho para que os valores não fossem pagos. No primeiro momento, segundo ele, houve uma espécie de consenso entre os membros da CGM para que mesmo com recomendação contrária, o pagamento fosse efetuado. (Assessoria)

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